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Cursinhos populares se tornam espaços de resistência e democratização, onde jovens de Belém e das ilhas enfrentam desigualdades históricas e constroem caminhos de acesso ao ensino superior público.
Da periferia às universidades: a resistência da juventude paraense nos cursinhos populares

Ser paraense é estar no limiar de viver em um território vasto, mas que exclui grande parte de seus habitantes e limita o acesso a direitos básicos.
O Pará que pulsa fora do mapa: a distância e a desigualdade que desafiam o pertencimento do povo paraense.

Para além da avenida, as oficinas de sonhos como refúgio e resistência: o papel vital dos barracões belenenses na preservação do samba e na construção da dignidade comunitária.
As mãos que constroem o enredo do samba

